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A campanha publicitária do livro Por que você não quer mais ir à igreja? foi totalmente planejada para a internet. Se você é blogueiro e quer participar da divulgação desta obra superimportante, coloque o bannerzinho em seu blog e nos avise através do e-mail adeusigreja@gmail.com.

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7 comentários:

Austri Junior disse...

Não tem nada lá que me enteressa.
O encontro com Deus é pessoal, a salvação é individual. O Senhor está comigo em todos os momneto da minha vida e eu com Ele. Se eu for ao templo (pois eu sou a igreja) é capaz d'Ele se afastar de mim, pois lá Ele não está. A coisa por aí está muito feia e indo de mal para pior.

Luíza Diener disse...

Cresci na igreja e achava que ela realmente funcionava como uma comunidade.
Até que fui convidada a participar de uma célula em outra igreja (que, por questões éticas, não vou dizer que era do G12) e acabei ficando lá.
Por três anos acreditei que deveria ter aliança com meus pastores, com meus irmãos e, especialmente, com a igreja.
Eu não poderia NUNCA falar mal da igreja nem sequer questionar algumas coisas, pois era um enorme pecado!

Além de tudo, eles se aproveitaram do meu primeiro amor (real) em Cristo e me entupiram de doutrinas destorcidas. Mas fiquei com medo de sair e, quando o fiz, fiquei muito desiludida de encontrar um lugar no qual eu realmente me sentisse parte do corpo de Cristo.

Quando fui conversar com minha pastora para dizer que discordava de muitas coisas e queria ir para outra igreja, ela me disse: esse é o problema de muitos crentes: PENSAM DEMAIS!

Me sinto abusada espiritualmente! Tento dizer pra mim mesma e pra Deus que isso não importa, mas afeta totalmente minha forma de me relacionar com Ele, principalmente nos cultos!
Hoje voltei a frequentar a igreja na qual cresci, mas não consigo prestar atenção nas pregações do pastor, saio da classe dominical com raiva e não consigo me sentir edificada durante a semana pela palavra de domingo como outrora era.

Ainda me esforço, tento orar, ler a Bíblia.
Não abandonei a fé, mas também não consigo abandonar a ira que cresce dentro de mim, só de lembrar do abuso de autoridade ao qual sofri.

Quando vi esse livro, percebi que não sou a única que passo por isso. Gostaria muito de poder lê-lo e arrancar essa mágoa do meu coração. Também gostaria muito de passar isso adiante àqueles que também sofreram como eu.

disse...

Sigo Jesus a 25 anos,passei por várias igrejas, vi coisas ruins,sofri com o comportamento de muitas pessoas,ouvi palavras pesadas quando mais precisava de apoio,quando vi minha filhinha de 7anos(na época 1997)ser desenganada pelos médicos,por conta de uma infecção generalizada,ouvi pessoas me dizerem que isso era a mão de Deus sobre mim.Sem contar outros episódios humilhantes, tinha todos os motivos para fugir do que se chama igreja,mas o que Jesus faria em meu lugar?Pelo que leio nas Escrituras,Ele se envolveria.Posso ficar expondo minhas mágoas com as pessoas,me achar usado e até ter sido (como realmente fui),mas descobri que muito da frustração é resultado da grande expectativa nas pessoas,esquecendo que elas são como eu,cheias de falhas.A igreja ( como local de culto)está repleto de pessoas hipocritas,santarrões,mentirosos,orgulhosos,pessoas na verdade carentes de realmente conhecer Jesus.Se me identifico como seu seguidor, se o reconheço como Salvador do mundo e não apenas "meu pessoal salvador",é justamente na igreja que devo estar,para poder ser luz e auxiliar meus irmãos a encontrarem a verdadeira adoração a Deus,e por ser a comunidade dos filhos de Deus, e por que Cristo é a cabeça do corpo,não posso simplesmente pular fora,não imagino nenhum dos meus orgãos pulando fora, quando o corpo apresenta alguma doença,a Igreja tem um líder e é Cristo Jesus,e quando Ele voltar,espero estar na linha de frente defendendo seu Reino através do amor a sua criação,tanto dentro quanto fora das paredes de concreto criadas pelo homem.

disse...

Sigo Jesus a 25 anos,passei por várias igrejas, vi coisas ruins,sofri com o comportamento de muitas pessoas,ouvi palavras pesadas quando mais precisava de apoio,quando vi minha filhinha de 7anos(na época 1997)ser desenganada pelos médicos,por conta de uma infecção generalizada,ouvi pessoas me dizerem que isso era a mão de Deus sobre mim.Sem contar outros episódios humilhantes, tinha todos os motivos para fugir do que se chama igreja,mas o que Jesus faria em meu lugar?Pelo que leio nas Escrituras,Ele se envolveria.Posso ficar expondo minhas mágoas com as pessoas,me achar usado e até ter sido (como realmente fui),mas descobri que muito da frustração é resultado da grande expectativa nas pessoas,esquecendo que elas são como eu,cheias de falhas.A igreja ( como local de culto)está repleto de pessoas hipocritas,santarrões,mentirosos,orgulhosos,pessoas na verdade carentes de realmente conhecer Jesus.Se me identifico como seu seguidor, se o reconheço como Salvador do mundo e não apenas "meu pessoal salvador",é justamente na igreja que devo estar,para poder ser luz e auxiliar meus irmãos a encontrarem a verdadeira adoração a Deus,e por ser a comunidade dos filhos de Deus, e por que Cristo é a cabeça do corpo,não posso simplesmente pular fora,não imagino nenhum dos meus orgãos pulando fora, quando o corpo apresenta alguma doença,a Igreja tem um líder e é Cristo Jesus,e quando Ele voltar,espero estar na linha de frente defendendo seu Reino através do amor a sua criação,tanto dentro quanto fora das paredes de concreto criadas pelo homem.

Francisco A. de Azevedo disse...

Segue texto esclarecedor e confortante.....

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QUANDO A RELIGIÃO CAUSA
UM TRAUMA PSICOLÓGICO NA ALMA

Dr. J. LeBron McBride, Ph.D. *

A religião saudável tem um grande potencial para o bem, mas a religião corrupta pode trazer grande preocupação para a alma. Na verdade, ocorrem grandes acidentes espirituais e lesões traumáticas do psiquismo durante viagens religiosas. Este artigo centrar-se-á em que algumas das maneiras pelas quais a religião ruim resulta em um trauma psicológico até para aqueles que fogem de seu absorvente controle.

Nas décadas mais recentes, temos chegado a observar o impacto de experiências traumáticas em pessoas que as tem sofrido. Temos até um distúrbio psicológico que se reconhece como resultado de um trauma terrível. Chama-se Desordem de stress pós-traumático. Embora certamente não desejo minimizar de forma alguma as terríveis experiências que muitos têm com várias formas de abuso, violência e guerra, descobri que existem alguns paralelos menos intensos nos que experimentam o trauma da religião destrutiva. Tenho também descoberto que um enfoque puramente teológico à cura dessas pessoas, embora indispensável, não é tão útil como uma abordagem holística, que também inclui aspectos teológicos e relacionais.

Pessoas que despertam, saem de um sistema religioso por vários caminhos. Elas costumam despertar gradualmente e se dão conta de que, sem alguma manobra molesta e evasiva, os pedaços da estrutura teológica simplesmente já não se encaixam para eles. Para aqueles que foram "verdadeiros crentes”, este despertar pode tornar-se confusão, desorganização, e um desconfortável estado psicológico porque as coisas já não ajustam entre si como um pacote bem embrulhado. Esse estado psicológico é chamado dissonância cognitiva devido aos conflitos internos que apresenta.

Ambivalência e confusão
A maioria experimentará uma luta para frente e para trás ou ambivalência ao lutar com o que sempre se lhes tem ensinado e o que estão começando a entender. Um exemplo disto é a pessoa que me escreveu o seguinte:
“Devo confessar que, às vezes, não tenho certeza do que está acontecendo na minha cabeça. Tudo o que sei é que quando eu penso em regressar à "experiência religiosa" dos últimos anos, não posso suportar a idéia. Tenho encontrado uma liberdade e uma alegria que nunca conheci antes, e quanto mais eu aprendo, melhor me sinto sobre isso. No entanto, um não pode ter crescido na "velha escola" e não ter medo, de vez em quando, ser um herege e um "sinal do fim."
Esta ambivalência e confusão podem ser extremamente intensas ao perceber a pessoa de que muitas das suposições e crenças que lhe foram ensinadas durante anos não são corretas. Pode haver uma sensação de impotência, desorientação, e de estar assoberbado, que são experiências comuns dos que passam por um trauma. Depressão, ansiedade, rigidez ou comportamento impulsivo pode tornar-se evidente. Podem experimentar ira, desespero, vergonha, culpa, desconfiança, fúria, medo e irritação. Nada parece normal nem seguro. O questionamento espiritual pode se tornar uma obsessão. O transtorno pode ser horrível.
Zona psicológica de perigo

Como um cliente me disse: "A minha fé tem sido sacudida até ao chão." Quando as suposições e as crenças de um caem e caem, se cria uma zona de psicológica de perigo. Os perigos podem incluir o seguinte:

* O perigo de voltar à velha estrutura de crença, não porque já não é válida, mas por causa da segurança e da confiança que acabam sendo falsas.
* O perigo de acreditar que temos de rejeitar tudo que é espiritual ou religioso - "deitar fora o bebê junto com a água do banho"
* O perigo de ir para os extremos da vida, tais como abuso de substâncias psicotrópicas, ter qualquer outro comportamento aditivo para adormecer a dor, ou de recorrer à automedicação
* O perigo de negar qualquer conceito novo ou excluir qualquer forma de pensar que produza um conflito interno

Continua.......

Francisco A. de Azevedo disse...

Continuando......

* O perigo de se adaptar e reprocessar quaisquer verdades novas até ao ponto que se comprometa a integridade
* O perigo de tratar de maneira não cristã aqueles que não captam as perspectivas teológicas recém encontradas
* O perigo de se enredar de tal modo em sutilezas teológicas que negligencie o relacionamento com Cristo e os ensinamentos centrais como a graça, a liberdade no evangelho, e o amor.
Muitos que seguem adiante até tornarem-se mais equilibrados pode ser que se aproximem a alguns destes perigos durante um tempo. No entanto, os perigos são muito reais e podem levar à destruição, especialmente se se continua neles por demasiado tempo. Às vezes, comprometem muito a psique e a alma ao apagar as pessoas partes importantes de si mesmas e existir como um robô mecânico para poder suprimir a dor. Evidentemente, é importante não julgar da maneira básica ou a velocidade com que uma pessoa pode progredir em sua luta para mudar. Isso pode ser um assunto muito específico, individual, e pode depender em certa medida da quantidade de doutrinamento que recebeu desde criança em uma estrutura religiosa a qual tenta abandonar.
Perda e dor
A perda que se associa com o abandono de um sistema religioso ou uma cultura religiosa pode ser outro aspecto do trauma. Para muitos, o quanto mais rigoroso o trauma da subcultura do sistema religioso e quanto maior for o isolamento da sociedade em geral, maior será a perda. Quando toda a rede social e os membros da família estão no antigo sistema, o isolamento pode criar uma grande tensão relacional e psicológica. Há ampla evidência da importância da rede social de um para todas as áreas de saúde, e quando se remove a rede social e de apoio, a pessoa está em uma posição fica muito precária. Outro fator que pode vir a funcionar é que, uma vez que um tem crido que ele ou ela é do "remanescente" ou está na "verdadeira igreja", para alguns, há uma perda, por não estar nesse grupo especial. Pode haver também a necessidade de encontrar outra "igreja perfeita", teologicamente falando, que, evidentemente, nunca existiu em primeiro lugar.
Importantes considerações

continua.....

Francisco A. de Azevedo disse...

Continuando....

O que anteriormente foi delineado brevemente e, em geral, como os sistemas religiosos, que são destrutivos, podem precipitar o trauma psicológico, quando uma pessoa tenta passar para outra orientação religiosa. As seguintes são algumas considerações para a manutenção da saúde psicológica em meio de uma experiência traumática:
* Permaneça enfocado no evangelho e em uma relação com Cristo. Nele encontramos nossa condição de especiais e nosso propósito para a tolerância.
* Mova-se em sua própria velocidade; que ninguém mais lhe dite quando necessita mudar uma crença ou deixar uma igreja. Você é que tem que viver com a sua decisão.
* Procure conselhos de pessoas de confiança, e, possivelmente, um conselho pastoral. Muitos conselheiros pastorais podem compreender muitas das suas lutas, em certa medida. Estas lutas ocorrem em muitos sistemas religiosos.
* Comece logo a expandir a sua rede social, se for isolado. Leva tempo e pode ser que não tenha o mesmo nível de comodidade que a proximidade que experimentou com os que tinha conhecido durante anos, e com quem você teve uma comum sistema de crenças.
* Exerça e conserve o equilíbrio em sua vida. Você não pode e não deve estudar os pontos em disputa todo o tempo. Precisa de algum divertimento e lazer saudável.
* Tenha cuidado para não ir a extremos. Sua âncora tem sido levada, e você estará à deriva por um tempo. A moderação é uma chave para a saúde.
* Mantenha a sua paixão, mas lamente a perda de algo de seu idealismo. Não existe nenhuma estrutura religiosa perfeita. No entanto, a seu tempo vai encontrar uma grande satisfação em estar em uma honesta jornada espiritual, em que você pode discutir com integridade e franqueza.
* Re-incida sobre o desafio das novas aventuras de fé e em como sua vida pode ser um exemplo de contínua renovação e reforma para a qual Cristo nos chama em seu discipulado. Cristo não nos chama a ficar como estamos.
* Seja cauteloso e cuidadoso com quem partilha seus recém-achados pontos de vista. Não há nenhum mérito em causar mais turbulência e conflito do que o necessário.
* Dê-se conta, novamente, de que Deus é maior e melhor do que qualquer sistema religioso, e que sua salvação depende de um relacionamento com Ele, e não com nenhuma estrutura organizada.

Existe um mito em alguns sistemas religiosos destrutivos de que uma pessoa que saia de uma organização não vai sobreviver espiritual ou psicologicamente. Este mito torna mais difícil para alguns abandonarem os sistemas religiosos opressivos. No entanto, este mito é realmente um mito. Há multidões que desfrutam da liberdade de maneiras recém-encontradas de servir e adorar a Cristo em um espírito de liberdade, e que têm superado o trauma psicológico de um sistema religioso tóxico.

* O Dr. McBride é ex-ministro ordenado da IASD. Atualmente, é ministro principal da Primeira Igreja Cristã (Discípulos de Cristo) em Roma, Estado de Geórgia, e Diretor de Medicina da Conduta na Prática de Residência Familiar no Centro Médico Floyd. É terapeuta familiar com licença; autor do liro Spiritual Crisis: Surviving Trauma to the Soul (disponível por meio de Life Assurance Ministries Publications) e Disappointment with the Church (ISBN 0-595-13060-7).

Traduzido do espanhol (http://www.geocities.com/alfil2_1999/trauma.html) para o português por Paulo A. da C. Pinto http://br.geocities.com/pacostapinto
===============fim do texto
Saudações em Cristo
Alberto